O pra sempre sempre acaba

É com uma certa melancolia que eu venho aqui escrever o último post no Sendo Mariella. Não tenho muito o que explicar, é o de sempre. Perdi a vontade de blogar e resolvi começar de novo. De novo. Eu via o arquivo do blog com todos os post antigos e não me identificava mais com nada daquilo. Porque eu mudei, eu estou em constante mudança. Ainda não tenho muita certeza para onde estou indo, mas sinto que estou em uma jornada de autodescobrimento.

Aqui tem algumas futilidades desnecessárias, dramas exagerados, opiniões ultrapassadas e gostos que hoje em dia foram atualizados. E por esses e muitos outros motivos eu não me identifico mais com o Sendo Mariella e portanto não me sinto confortável em continuar escrevendo aqui. Meus gostos foram refinados, repensei atitudes e opiniões, minha visão de mundo mudou. Muita coisa aconteceu.

Eu ainda sou muita nova e tenho certeza que continuarei ouvindo outras opiniões que me parecem interessantes, debatendo e agregando tudo isso no meu dia a dia e na minha maneira de pensar. Mais importante do que aprender a ouvir a opinião alheia é ter a humildade de admitir que a maneira que você pensa no momento talvez não seja a melhor abordagem e que existem outras visões mais pertinentes sobre o mesmo assunto. Aprender com o próximo. Eu tenho feito isso, ou pelo menos tenho tentado. É difícil perceber que você não é a dona da verdade e que você não pode tentar convencer outras pessoas a pensarem como você. Eu estou tentando mudar, de verdade.

Ao mesmo tempo tento juntar os meus pedaços, querendo me fazer inteira de novo. Estou começando a entender o que tem de errado comigo. Eu juro que quero melhorar, porque percebo que isso não está apenas ME afetando e sim afetando também a todas as pessoas que direta ou indiretamente convivem comigo e tem que suportar toda a minha inconsistência existencial, o meu comportamento imprevisível, a minha relação de amor e ódio com o universo.

Afinal, não dizem que o primeiro passo para mudar é admitir que você te um problema? Como diria Regina Spektor: Taking steps is easy, standing still is hard. E no mais, meu tempo com Sendo Mariella foi muito bom enquanto durou, mas eventualmente tudo tem que acabar. Eu não gosto de finais, não gosto de encerramentos. Mais uma coisa com a qual tenho que aprender a lidar. Se não acabasse seria pra sempre e o pra sempre é uma utopia.

Para terminar este último post no Sendo Mariella gostaria de convidar todos vocês a visitarem meu novo blog: Desconstruindo Mariella. Espero ver todos vocês por lá nessa minha nova fase.

Já é hora de dar tchau. Nos encontramos por aí.

 

Um coração partido e algumas páginas rasgadas

Faz muito tempo desde a última vez que escrevi alguma coisa por aqui. Mas veja bem, faz muito desde que escrevi alguma coisa de modo geral. É claro que não levo em consideração as redações da escola já que falho miseravelmente em cada uma delas. É patético, deprimente e cansativo depois de tantas tentativas. E meu problema em aceitar o fracasso, a minha teimosia e tendência de sucumbir sob pressão não ajudam em nada.

Tentem entender o meu lado. Eu não desenho, não canto, não cozinho, não tenho nenhuma capacidade especial ou uma inteligência acima do normal. De certa forma eu sempre pensei que escrever fosse o meu diferencial, fosse algo especial que iria fazer com que eu me destacasse no meio da multidão. Tire isso de mim e eu fico sem nada. Vazia, desinteressante e sem habilidades sociais. De novo, um fracasso. A não ser, é claro, que vocês conheçam alguém que ganhou algum prêmio ou conseguiu um emprego por simplesmente gostar de ler e conseguir ler rápido. “Eu gosto de ler e leio bastante” é uma droga de diferencial, principalmente porque nem chega a ser um diferencial de fato.

E pra ajudar nessa confusão eu estou ficando triste de novo. Não triste deprimida, sim triste melancólica. Triste mal humorada, triste pessimista, irritantemente triste. E eu pressinto que isso é apenas um eco do que eu realmente deveria estar sentindo. Eu tento não pensar no assunto, mas ao mesmo tempo eu sei que quanto mais eu guardar isso dentro de mim pior será no final. Uma hora os sentimentos virão à tona e vai ser algo paralisante. Do tipo triste-deprimido-suicida. Eu sou tão instável quanto os anos 30, o entreguerras pós Grande Depressão. O clima de guerra está no ar e quanto mais demorar para o conflito eclodir, mais perigoso será para todos os envolvidos. Eu estou, ou melhor, sou tão solitária. Não tenho ninguém em que eu possa confiar, conversar com sinceridade e compartilhar todos os meus medos e angústias; em suma ser eu mesma sem medo de julgamentos. Minha vida é feita de relacionamentos superficiais e eu sei que grande parte disso é culpa minha. Eu fiz isso comigo mesma. Eu queimo pontes e me afasto de qualquer relacionamento que possa vir a ser profundo ou duradouro. E a cada dia que passa essa solidão pesa mais dentro de mim, dando mais combustível pra uma futura explosão. Mas afinal, quem gostaria de ter por perto alguém como eu? Uma bomba-relógio não torna o clima mais agradável.

No final das contas talvez eu seja um pouquinho mais forte do que jamais imaginei que seria. Porque apesar de tudo eu vou me forçar a continuar com essa vida estilo The Walking Dead, me obrigando a levantar todos os dias para escrever redações que provavelmente serão zeradas, estudando pra passar no vestibular de um curso que eu nem tenho certeza se quero realmente fazer e tendo como melhor momento do dia a hora em que eu posso finalmente dormir. Apesar dos pesadelos…mas não quero nem pensar nos pesadelos.

Eu tenho toda essa confusão na minha mente, todas essas vozes esperando pela sua chance de serem ouvidas, toda essa música, todas essas histórias implorando para serem contadas. Acho que isso é a pior parte. De toda a merda que anda acontecendo essa talvez seja a única coisa com o poder de partir meu coração. A sensação de querer escrever e não poder, por não me sentir boa o suficiente, parte o meu coração. Porque eu sei que mais cedo ou mais tarde eu vou explodir e dessa vez não terei nada pra amortecer minha queda ou recolher meus pedaços. Não terei as palavras para me consolar. O que pra alguns não passa de uma obrigação, tinta no papel, pra mim é uma maneira de tornar certas situações mais suportáveis, de me encontrar quando estou perdida, de me expressar de uma maneira única…é movimento, é vida. Escrever é preciso. E agora que levaram isso de mim eu estou sem nada. Eu estou perdida.

Justificativas

Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever.Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever.
Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. 

Justificando o meu sumiço. Espero que consiga sair rápido (se eu conseguir) dessa crise. Eu sinto vontade de desistir da vida cada vez que tento escrever alguma coisa. É frustrante. Pode ser que eu esteja exagerando, mas pra mim isso é gigante mesmo. Espero que vocês compreendam. Sou sensível demais. Talvez até seja uma coisa boa que tenham destruído meu sonho de algum dia publicar algo, porque eu provavelmente seria uma daquelas autoras que se escondem em casa só pra fugir das críticas.

Sobre o mix de memes

Olá, sumido leitor. Fui indicada para dois memes que tratam do mesmo tema –Conheça o blogueiro– , por isso decidi respondê-los em um post só, misturando as perguntas e pulando as repetidas. Fui indicada pela Pam e pela Claris. Obrigada, meninas! Como adoro responder memes, vamos começar logo com isso:

1 – Como surgiu o nome do blog?
Da música Mariella da Kate Nash. Eu tinha acabado de excluir o meu antigo blog porque sentia a necessidade de começar do zero, mas sempre fui péssima com nomes de blog (nem queiram saber o nome do meu primeiro blog). Daí eu estava tentando criar um nome legal, ouvindo Mariella e pensando em como eu me identificava (e ainda me identifico) com a Mariella da música. Foi aí que surgiu o Sendo Mariella.

2 – Há quanto tempo o blog existe?
O blog vai fazer aniversário de um ano no dia 18 de março.

3 – Como você divulga o blog?
Eu sou muito desleixada com a parte da divulgação e admito que preciso melhorar nesse aspecto. Normalmente eu posto nas redes sociais quando tem alguma atualização no blog, respondo comentários e comento em blogs que eu achar interessante. E só.

4 – Quais assuntos tem mais visualizações?
Os posts sobre séries são os mais visualizados. Não me perguntem o porquê.

5 – O que motivou você a criar um blog?
Criei meu primeiro blog quando tinha uns 7/8 anos, porque li numa revista (provavelmente Recreio) uma reportagem falando sobre como era legal e divertido. Gostei e não parei de ter blogs desde então.

6 – Onde você mora?
Campinas – São Paulo.

7 – Quais são os objetivos do blog?
Não tenho nenhum objetivo e nunca nem cheguei a pensar nisso. Enquanto eu estiver me sentindo a vontade, continuarei escrevendo. Tenho blog a tanto tempo que não me imagino vivendo sem.

8 – Quais blogs você visita frequentemente?
Todos os blogs que eu sigo no Bloglovin, o que é bastante. Então por favor, não me faça citar blog por blog rs.

9 – O que te inspira a criar os posts?
Não sei dizer ao certo o que me inspira, só sei que quando sinto vontade venho aqui e escrevo. Talvez é por isso que os posts sejam tão esporádicos. É uma coisa de momento mesmo, eu não fico me forçando e repetindo “tenho que postar no blog”. Isso tira um pouco a graça da coisa.

10 – Qual sua idade?
17 anos (por sinal dia 15 desse mês foi meu aniversário).

11 – Além do blog, tem alguma outra ocupação? Se sim, qual?
Não e sim. Acho que estudante conta como ocupação, né? Estou no 3° ano do Ensino Médio.

12 – O que mais gosta de fazer nos finais de semana?
Admito que espero pelo fim de semana para poder dormir até tarde. Vergonhoso. Fora isso não faço nada de muito interessante, minha vida é bem entediante.

13 – Gosta de café?
Não morro de amores, mas bebo se for necessário pra me manter acordada.

14 – Pretende fazer algo para o blog em 2013?
Atualizar pelo menos uma vez por semana, mesmo com toda a rotina de estudos e etc. Não quero deixar o pobrezinho abandonado.

15 – Você tem outros blogs além deste?
Não. Até tinha um blog ~secreto~, mas que anda abandonado por motivos de: não consigo cuidar nem de um direito, quanto mais de dois.

16 –  Já pensou em desistir alguma vez do seu blog?
Desse blog, não.

17 –  Mande uma mensagem para os seus seguidores.
Desculpa, realmente não sei o que dizer. Obrigada?

Uma música: When Universes Collide – Gogol Bordello.
Um livro: No momento, A Culpa é das Estrelas.
Um filme: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
Um hobby: Mimar meu cachorro conta como hobby?
Um medo: Enlouquecer.
Uma mania: Várias. Eu tenho TOC (sério).
Um sonho: Publicar um livro.
Não consigo viver sem: Ler e passar pelo menos uma hora por dia cultivando o ócio.
Tem coleção de alguma coisa? Livros, esmaltes e canetas, esse último sendo uma coleção inconsciente.
Do que mais gosta no blog? Eu gosto dessa sensação de falar qualquer bobagem ou desabafar e saber que alguém está lendo e que de certa maneira se importa comigo.
Gostaria de fazer uma pergunta aos próximos participantes? Não, estou respondendo o meme devido a minha falta de criatividade hoje. Ou seja.
Por que nós blogueiros não somos unidos? Existem muitas panelinhas e divergências em relação ao conteúdo postado nos blogs. Acontece.
Qual o livro que mudou algo em sua vida ou em sua maneira de pensar? Ainda estou esperando por esse livro.

Por hoje é só, prefiro me limitar a escrever um post imenso por dia.
Beijos da mais nova feliz proprietária de um Kobo!

Sobre uma gastrite que vira úlcera

…e sobre uma úlcera que vira câncer no estômago.

Não, paciente leitor, eu não estou morrendo. Estou apenas parando para analisar a linha tênue em que me encontro entre a neurose e a psicose. Eis que estava eu sentada assistindo tv com a minha amada avó e resolvo reclamar de uma dor e sensação de queimação no estômago que me aflige já há alguns dias. Então minha amada (e exagerada) avó começou a me questionar e pedir detalhes sobre essa tal dor. Depois de me interrogar até a exaustão, ela dá o veredito de que eu preciso falar com minha mãe e marcar um médico, porque eu, pobrezinha de mim, era muito doente quando criança e temos que sempre ficar de olho nisso. Ela terminou o discurso com um “provavelmente é gastrite” e me fez tomar um copo de leite gelado (sem Nescau).

Tomei o leite a contragosto e voltei para a minha toca, também conhecido como quarto, e me peguei pensando e criando quadros mentais catastróficos. Nesses quadros mentais eu me imaginei chorando enquanto o médico me falava que eu estava com um câncer no estômago extremamente raro e inoperável, que tudo que eu podia fazer era tentar aproveitar o pouco tempo que me restava.

Então eu me imaginei em diversas situações, fazendo as coisas mais improváveis, viajando pelo mundo durante os meus últimos 3 meses de vida. No final eu morria segurando as mãos do recém-descoberto amor da minha vida, com as minhas últimas palavras sendo: “Por favor, publique minhas memórias.” É nesse momento que meu devaneio se torna póstumo: eu imagino meu próprio velório, penso na reação das pessoas com a notícia da minha morte e tenho a frieza de pensar em como todos seriam hipócritas: pessoas que não gostavam de mim ou não sabiam da minha existência passariam a falar da minha nobreza, de como eu perdi essa luta contra o câncer. Tão nova, com tanta vida pela frente.

O devaneio termina com um close no livro adaptado a partir dos meus diários (“Comecei a viver quando soube que estava morrendo“) na prateleira de uma livraria. Tudo isso com uma trilha sonora escolhida a dedo e efeitos de luz. Finalmente voltei ao mundo real e palpável e pensei na maneira estranha como eu enxergo o mundo. Se eu escapo da realidade com muita frequência? Mas é claro. Sempre que meu olhar ficar muito distante e vidrado pode apostar que tem alguma história maluca sendo contada na minha mente. Se isso me faz bem? Talvez não. Evitar a realidade nunca faz bem, qualquer psicólogo que se preze pode confirmar minhas palavras.

Mas é isso que eu faço, eu evito a realidade. Eu tenho pelo menos cinco roteiros fixos na minha cabeça e dou continuidade a eles todos os dias. Histórias paralelas são sempre bem-vindas. Uma situação desagradável na vida real? Vamos para o meu lugar seguro, já que por lá minha palavra é a lei.

Às vezes tenho medo de confundir e misturar esses dois mundos, de passar a achar que a minha imaginação é na verdade a realidade. Admito que tenho medo de enlouquecer e penso nisso com mais frequência do que uma pessoa normal deveria. Ao mesmo tempo sei que se tivesse que abrir mão de todo o meu universo imaginário,= eu não seria capaz de suportar viver apenas da realidade. Entre a cruz e a espada. Entre a neurose da realidade e a psicose dos sonhos. Depois ainda me perguntam porque sou instável.

Talvez eu devesse procurar a ajuda de um psicólogo. Ou talvez eu devesse criar uma história de uma garota que procura um psicólogo e tem descobertas incríveis a respeito de si mesma. Eu fico com a segunda opção.

Campanha de incentivo à leitura

Olá pessoas. Hoje eu venho com um post diferente, notem que não comecei reclamando de nada e nem pretendo fazer isso mais pra frente. Sem mais delongas, vim aqui responder um meme literário a que fui indicada duas vezes: pela Pam do Frango e também pela Rafaela do Liso e Enrolado. Obrigada, Pam e Rafaela! Demorei um pouco para responder, mas antes tarde do que nunca.

memeleitura

As regras são:

1. Responder a pergunta: “Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?”
2. Indicar 10 blogs para fazer o meme – é expressamente proibido oferecer o laço “a quem quiser pegar” sem indicar seus blogs primeiro. Ou seja, é somente por indicação.
3. Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.

Quando li essa pergunta o primeiro nome que me veio a cabeça foi Harry Potter, seguido por Percy Jackson. Penso que se uma pessoa não tem costume de ler, não seria uma boa ideia indicar pra ela uma série de 7 livros e outra de 5, sendo que ambas as séries possuem livros com um número considerável de páginas. Isso pode assustar. Então usando um pouco de bom senso, revirei a minha memória literária (e minha página do Skoob) e acabei encontrando exatamente o que procurava: um livro leve, viciante, bem escrito e de fácil leitura. Minha indicação é:

Poderosa do Sérgio Klein

Eu não sei se vocês já ouviram falar de Poderosa, mas aqui vai um resumo rápido: conta a história de uma garota chamada Jona Dalva que tem o poder de transformar em realidade tudo que escreve com a mão esquerda. Eu conheci Poderosa lá pelos meus 11/12 anos e não me lembro muito bem onde, provavelmente foi em algum comercial ou revista tipo Atrevidinha (sim, eu assinava Atrevidinha, há!).

É o primeiro livro de uma série composta por cinco livros. A parte mais legal é que apesar de tecnicamente ser uma série, os livros são bem independentes entre si. Cada livro tem uma nova história central e uma nova reviravolta na vida de Joana Dalva.

Por isso penso que seja perfeito pra quem está começando a ler, já que você tem a liberdade de parar no primeiro livro e não tem a obrigação de ler a continuação para saber o final da história. Você só lê se gostar muito do primeiro livro e quiser conhecer um pouco mais dos personagens e ver a Joana Dalva em outras aventuras.

Poderosa tem uma narrativa fácil e viciante e apesar de ser considerada por muitos uma série mais infantil do que juvenil eu recomendo pra todos, independente da idade. É uma leitura que realmente vale a pena, onde Sérgio Klein conseguiu equilibrar os dramas adolescentes com problemas adultos, causas sociais e até um tantinho de romance. Tudo isso do ponto de vista de uma protagonista extremamente cativante e com um fator aventura que só torna tudo mais interessante.

Curiosidade: Achei que seria legal compartilhar o primeiríssimo livro que eu li: As Meninas Exemplares da Condessa de Ségur. Esse na verdade também foi o primeiro livro que a minha mãe leu lá pelos seus 8 anos. Quando eu estava aprendendo a ler ela o encontrou e me deu de presente. Percebam que tem toda uma simbologia por trás. Ela costumava ler pra mim em voz alta enquanto eu tentava assimilar o som com as palavras escritas, até que em um belo dia eu disse: “Manhê, eu também quero ler!” E pronto, peguei o livro da mão dela e fui lendo aos tropeços frase por frase em voz alta. Eu fiz isso até que consegui ler o livro inteiro sem tropeçar em nenhuma palavra. Foi assim que o vício começou.

Indico o meme para:

– Jenniffer Yara do Meu Outro Lado
– Raah Dias do Ma Petit
– Monique Premazzi do Secrets of a Little Girl
– Dud’s do Red Behavior
– Claris Ribeiro do Plasticodelic
– Isabela de Melo do Vanilla Mousse
– Juliana do Crazy Costumes
– Nathy do Minha Forma de Expressão

Se vocês já fizeram esse meme ou não gostam de responder memes, aceitem minhas mais sinceras desculpas e podem ignorar a indicação. Até o próximo post (que eu espero que não demore 15 dias pra ser publicado como esse aqui).


Mariella

"But Mariella just smiled as she skipped down the road because she knew all the secrets in her world."

@mariellapops

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