Archive for the 'No Fun' Category

Justificativas

Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever.Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever.
Disseram que eu não sei escrever e agora eu não consigo escrever. 

Justificando o meu sumiço. Espero que consiga sair rápido (se eu conseguir) dessa crise. Eu sinto vontade de desistir da vida cada vez que tento escrever alguma coisa. É frustrante. Pode ser que eu esteja exagerando, mas pra mim isso é gigante mesmo. Espero que vocês compreendam. Sou sensível demais. Talvez até seja uma coisa boa que tenham destruído meu sonho de algum dia publicar algo, porque eu provavelmente seria uma daquelas autoras que se escondem em casa só pra fugir das críticas.

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Um pouco de drama e algo mais

Olá pessoas que ainda tem paciência com essa pobre blogueira. Por incrível que pareça não começo esse post pós sumiço de 2 semanas justificando o sumiço em si. Prometi milhares de vezes que atualizaria o blog com frequência, mas nunca consigo cumprir. E aparentemente também nunca canso de arrumar desculpas pela falta de atualização. Chato, eu sei. Estou precisando virar a página.

Esses dias ando muito mal humorada, quase insuportável. Estou distribuindo grosserias a torto e a direito e apesar de saber que esse não é um comportamento aceitável simplesmente não consigo parar. Estou irritada, sem paciência pra nada, incluindo o blog. Eu gosto de pensar que não sei o que está acontecendo, que não faço a mínima ideia de onde vem todo esse mau humor, porém sempre tem aquela voz irritante gritando no fundo da minha mente: “Sim, você sabe muito bem o que está acontecendo.”

Vamos para a parte em que eu conto o que está acontecendo. Eu fui ao médico na semana passada passar por uma consulta de rotina, algo mais por desencargo de consciência do que qualquer outra coisa. Em algum momento durante a consulta, a médica foi ouvir meu coração com estetoscópio (não sei por que, mas adoro essa palavra) e ficou uns 15 minutos parada fazendo isso. Depois ela disse que ouviu algo “diferente” e me mandou fazer uma tonelada de exames só para confirmar se está tudo bem. Minha mãe diz que provavelmente não é nada, apesar de eu notar os olhares preocupados que ela anda lançando na minha direção. É aí que mora o problema: pode realmente não ser nada ou pode ser tudo (de ruim). Tem uma chance de 50% para cada opção e eu não vou ficar em paz e parar com a neurose até ter certeza que realmente não é nada. Só digo que não é muito legal quando um médico ouve alguma coisa “diferente” no seu coração. Diferente é uma palavra ambígua demais para eu ficar tranquila. Eu aceito ser “diferente” em todo o resto, mas tudo que eu peço é por um coração normal.

Agora que já desabafei todo o meu drama do que pode ser um sério problema em cima de vocês, me sinto na obrigação de abordar temas mais leves. Vamos falar da minha nova série preferida da categoria fofurinha do coração: The Carrie Diaries. Acho que a maioria das pessoas deve ter lido pelo menos uma notinha a respeito dessa série que estreou dia 14 desse mês, por se tratar de um prequel da tão aclamada e venerada Sex and the City.

A série mostra a vida de Carrie Bradshaw durante a sua adolescência na década de 80, fazendo suas primeiras descobertas sobre amor, sexo, amizade e família, ao mesmo tempo em que descobre a vida em Manhattan. Como Carrie diz no segundo episódio: “Before the sex and before the city.” Eu recomendo muito pra quem gosta de séries adolescentes bonitinhas.  A protagonista é uma fofa (o cabelo dela é incrível), a ambientação é ótima e faz com que você realmente acredite que aquilo se passa nos anos 80. E é claro, a trilha sonora é muito boa. Até agora a série está puro amor, não tenho do que reclamar. Só temos que rezar pra que ela não seja cancelada tão cedo.

Detalhe inútil, mas que merece ser mencionado: A atriz  Freema Agyeman, que fez a Martha Jones em Doctor Who (provavelmente uma das companions mais odiadas) interpreta a editora de moda Larissa em The Carrie Diaries. Os poucos fãs de Doctor Who que não odeiam a Martha podem matar a saudade da atriz nessa nova série. Não é o meu caso.

Até o próximo post para a continuação do meu drama. Espero do fundo do meu coração (há!) que eu não morra até lá.

Sobre a timeline mais obscura


Hoje eu chorei até meus olhos incharem, uma visão nem um pouco bonita. Eu chorei até não ter mais lágrimas, até minha cabeça latejar de dor. Eu chorei por remorso, culpa e mais uma tonelada de sentimentos misturados.

Eu sou uma boa pessoa. Eu gosto de pensar que sou uma boa pessoa. O problema é que às vezes faço coisas não tão boas assim. É duvidoso. Minha mãe diz que são pequenas torturas psicológicas que infrinjo em alguém que me contraria. Eu ofendo sem necessariamente ofender.

Esse é um lado meu que as pessoas não conhecem. O lado que não é tímido, não é travado e não é nem um pouco fofo e cheio de amor. Ninguém nunca chega perto o suficiente para que o meu lado maligno venha à tona. Infelizmente, minha família está perto demais e é obrigada a conviver tanto com o lado fofo como com o lado maligno.

Quando alguém que está perto demais faz algo que irrita a criança mimada que vive dentro de mim, é como se o lado maligno fosse liberado. Eu tenho que fazer essa pessoa sofrer, não importa quem ela seja. E quando finalmente consigo magoar essa pessoa e algumas horas se passam, é como se eu sentisse a dor da pessoa em mim. Então eu choro, esperneio e vou correndo pedir perdão.

Minha mãe também diz que isso faz parte da vida e que todos tem um lado que não gostam de mostrar. O problema é esse meu lado que não gosto de mostrar é mau, sádico, frio e arrogante. E isso me assusta. Eu temo que um dia o lado do mal contamine o lado do bem. Seria essa a timeline mais obscura?


Mariella

"But Mariella just smiled as she skipped down the road because she knew all the secrets in her world."

@mariellapops

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