Archive for the 'Séries' Category

Um pouco de drama e algo mais

Olá pessoas que ainda tem paciência com essa pobre blogueira. Por incrível que pareça não começo esse post pós sumiço de 2 semanas justificando o sumiço em si. Prometi milhares de vezes que atualizaria o blog com frequência, mas nunca consigo cumprir. E aparentemente também nunca canso de arrumar desculpas pela falta de atualização. Chato, eu sei. Estou precisando virar a página.

Esses dias ando muito mal humorada, quase insuportável. Estou distribuindo grosserias a torto e a direito e apesar de saber que esse não é um comportamento aceitável simplesmente não consigo parar. Estou irritada, sem paciência pra nada, incluindo o blog. Eu gosto de pensar que não sei o que está acontecendo, que não faço a mínima ideia de onde vem todo esse mau humor, porém sempre tem aquela voz irritante gritando no fundo da minha mente: “Sim, você sabe muito bem o que está acontecendo.”

Vamos para a parte em que eu conto o que está acontecendo. Eu fui ao médico na semana passada passar por uma consulta de rotina, algo mais por desencargo de consciência do que qualquer outra coisa. Em algum momento durante a consulta, a médica foi ouvir meu coração com estetoscópio (não sei por que, mas adoro essa palavra) e ficou uns 15 minutos parada fazendo isso. Depois ela disse que ouviu algo “diferente” e me mandou fazer uma tonelada de exames só para confirmar se está tudo bem. Minha mãe diz que provavelmente não é nada, apesar de eu notar os olhares preocupados que ela anda lançando na minha direção. É aí que mora o problema: pode realmente não ser nada ou pode ser tudo (de ruim). Tem uma chance de 50% para cada opção e eu não vou ficar em paz e parar com a neurose até ter certeza que realmente não é nada. Só digo que não é muito legal quando um médico ouve alguma coisa “diferente” no seu coração. Diferente é uma palavra ambígua demais para eu ficar tranquila. Eu aceito ser “diferente” em todo o resto, mas tudo que eu peço é por um coração normal.

Agora que já desabafei todo o meu drama do que pode ser um sério problema em cima de vocês, me sinto na obrigação de abordar temas mais leves. Vamos falar da minha nova série preferida da categoria fofurinha do coração: The Carrie Diaries. Acho que a maioria das pessoas deve ter lido pelo menos uma notinha a respeito dessa série que estreou dia 14 desse mês, por se tratar de um prequel da tão aclamada e venerada Sex and the City.

A série mostra a vida de Carrie Bradshaw durante a sua adolescência na década de 80, fazendo suas primeiras descobertas sobre amor, sexo, amizade e família, ao mesmo tempo em que descobre a vida em Manhattan. Como Carrie diz no segundo episódio: “Before the sex and before the city.” Eu recomendo muito pra quem gosta de séries adolescentes bonitinhas.  A protagonista é uma fofa (o cabelo dela é incrível), a ambientação é ótima e faz com que você realmente acredite que aquilo se passa nos anos 80. E é claro, a trilha sonora é muito boa. Até agora a série está puro amor, não tenho do que reclamar. Só temos que rezar pra que ela não seja cancelada tão cedo.

Detalhe inútil, mas que merece ser mencionado: A atriz  Freema Agyeman, que fez a Martha Jones em Doctor Who (provavelmente uma das companions mais odiadas) interpreta a editora de moda Larissa em The Carrie Diaries. Os poucos fãs de Doctor Who que não odeiam a Martha podem matar a saudade da atriz nessa nova série. Não é o meu caso.

Até o próximo post para a continuação do meu drama. Espero do fundo do meu coração (há!) que eu não morra até lá.

Sobre Gossip Girl e despedidas

***Esse post contém spoilers do series finale de Gossip Girl*** 

 Aqui estou eu fazendo uma coisa que nunca pensei que faria: me despedindo de Gossip Girl. Mesmo quando saiu a notícia de que a sexta temporada seria a última, nunca me imaginei fazendo posts emocionais sobre a série, porque ultimamente eu a assistia mais por hábito e pelo o que um dia ela significou pra mim. Foi a primeira série que assisti “pra valer” e que me fez ficar viciada em séries de um modo geral. E mais do que isso, fez parte do final da minha infância e quase toda a minha adolescência.

  Depois de seis temporadas GG já estava desgastada, respirando por aparelhos. Não parecia ter mais nada para contar que fosse relevante e caia em um círculo vicioso que sempre acabava em “Pra onde vamos viajar nesse verão?”.  A primeira e a segunda temporada (e arrisco dizer a terceira) foram as melhores e mais marcantes pra mim. As temporadas em que eu ficava esperando ansiosamente pelo próximo episódio e sonhava em viver no Upper East Side.

 Da quarta em diante a coisa foi esfriando. Foi nesse ponto que eu passei a assistir GG sem levar nada muito a sério. Assistia pra me distrair e tentava ignorar os pontos negativos. 45 minutos de diversão e nada mais que isso, porque eu sei que se levasse a sério me decepcionaria. Mesmo com todos os defeitos me sinto orgulhosa (sou uma sobrevivente!) em dizer que em nenhum momento pensei em desistir. Pelo contrário, queria ir até o fim. Era uma questão de honra.

Após muita divagação, voltemos ao assunto principal: o series finale. Sou completamente franca em dizer que essa sexta e última temporada não estava lá aquelas coisas. Tivemos episódios divertidos – alguns mais do que outros -, mas o problema era que a série  não parecia estar perto de seu fim definitivo. Não estava com o menor clima de encerramento.

Um dos meus grandes problemas com a série, e algo que meu lado crítico fazia questão de me lembrar constantemente, era que nenhum dos personagens evoluía. Um bom exemplo disso é Blair Waldorf, tão amada por todos por ser a menina má do high school. Ela cresceu, virou adulta e continuou sendo a menina má do high school, usando esquemas e chantagens para resolver até problemas profissionais.

Isso era um fenômeno que atingia todos os personagens. Não poupava ninguém, até que veio Dan, vulgo Lonely Boy. Dan mudou e amadureceu e isso foi extremamente explorado durante essa temporada. Ele definitivamente não era o mesmo garoto do Brooklyn da primeira temporada. E foi a partir de Dan que esse episódio final teve o diálogo que eu esperei seis temporadas para ouvir:

Blair: “So i guess that means it’s all over now. Now we can all grow up and move on?”
Dan: “Yes. Gossip Girl is dead.”

O fim da Gossip Girl. O fim de um ciclo e a oportunidade para que todos deixassem de lado os antigos hábitos da adolescência. O momento de libertação em que eles estavam livres para amadurecer e finalmente virar gente grande (e parar de acessar um blog de fofocas).

E por incrível que pareça Dan, o eterno Lonely Boy, e pessoalmente o personagem de que sempre menos gostei foi o grande destaque desse final. Não cheguei a chorar, porém admito que senti um aperto no coração quando percebi que aquele seria o último episódio de Gossip Girl que eu veria. Realmente o último. Mais uma coisa que marcou minha adolescência tendo um ponto final. Só que diferente dos Upper East Siders, eu ainda não me sinto pronta pra crescer.

Momentos do episódio que valem a pena ser citados:

– Os comentários e caras e bocas das pessoas quando descobriram quem era a Gossip Girl.
– O impagável “I always tought it was Dorota.” da Blair.
– Serena dizendo que pensava que GG era Eric e que depois chegou a pensar que fosse Rufus. Rufus achando que era o Nate. Não teve como não rir.
– Rachel Bilson fofa aparecendo ao lado de Kristen Bell (que pra quem não sabe é a “voz” da Gossip Girl).
– Serena pagando de carente por atenção e casando com o próprio stalker (desculpa, não resisti).

ps: Não, não amei tudo em relação ao episódio final da série. Tiveram alguns furos que eu optei por relevar ao deixar a fangirl dentro de mim falar mais alto. Pensando friamente, até mesmo a revelação da Gossip Girl só faz sentido se você  levar em conta  apenas a sexta temporada. O que eles construíram nessa temporada levava a essa resposta, mas analisando a série como um todo talvez fique um pouco difícil de engolir a tal pessoa como a GG. Mas pra mim foi mais simples deixar o lado crítico um pouco de lado e encarar o episódio como sendo o final de uma das minhas séries preferidas e só. Bem menos estressante do que ficar procurando provas da incoerência do final em temporadas passadas ou xingando a série em todas as redes sociais. Make love, not war.

Desafio Fall Season, Parte 2

Continuando com os posts do Desafio Fall Season (clique aqui para a parte 1), onde comento sobre as séries novas (de que gostei, lógico) e dou minha opinião sempre muito chata a respeito de tudo. Vamos lá pra sessão diária de tortura:

Beauty and the Beast (trailer aqui)

Uma nova versão de uma série do anos 80, da qual nunca ouvi falar, mas só pelo nome já podemos ter uma noção do que é a série. Temos a mocinha bonitinha -que no caso é detetive- e a “fera”, uma mutação genética originada de testes no Afeganistão. A nossa fera vive escondida tentando achar um antídoto para a sua condição e tem um fetiche em salvar pessoas em perigo mortal. É assim que acaba salvando nossa mocinha da morte quando ela era apenas adolescente. Eles se reencontram anos depois e o resto já dá pra imaginar.

Logo que terminei de assistir não tive certeza se havia gostado ou não. O episódio me agradou no geral, mas ficou bem na média: não é uma droga, mas também não é uma maravilha. Acho que seria uma série pra assistir só por diversão, sem levar nada muito a sério. É só ignorar o fato de que a “fera” de fera não tem nada, que fica tudo ok.

Arrow (trailer aqui)

Também conhecida como a série do Arqueiro Verde. E basicamente é isso: a série do Arqueiro Verde, bem estilo Smallvile e etc. Quando vi o trailer, o meu primeiro pensamento foi: “Quem se importa com ele o suficiente pra fazer uma série?” Que me perdoem os amantes do Arqueiro Verde (eles existem?), mas realmente achei que seria uma droga, não sei se porque ele é um herói pelo qual eu nunca me interessei ou por esse poster vergonhoso da série que me fez imaginar muitas cenas de shirtless e uma droga de história.

Agora admito, realmente tem algumas cenas de shirtless que valem a pena, mas mordo minha língua em relação a história. Eu amei esse primeiro episódio e com certeza continuarei assistindo. Me deixou muito curiosa e interessada, bem diferente de algumas séries que eu assisto e fico vendo quanto tempo falta pra acabar o episódio. Na verdade, nem notei os 40 minutos passando e pra mim é assim que tem que ser. É uma daquelas séries que recomendo com (muita!) força. Assistam. Sério.

Elementary (trailer aqui)

Cinco palavras: Sherlock Holmes em Nova York. Sherlock Holmes nos dias atuais, exatamente como na série Sherlock da BBC. E quando você pensa que não pode piorar, saiba que John Watson virou Joan Watson e é uma ex-pantera (aka Lucy Liu). Motivos de sobra para ser bem ruim, não é mesmo? Mas como todas as outras séries desse post, foi surpreendentemente bom. Elementary segue a linha procedural, também conhecida como caso da semana, e mesmo que o caso do primeiro episódio não tenha sido tão genial a nível de Sherlock continuarei assistindo. Gostei do clima e do ritmo da série, e a caracterização do Sherlock consegue ser diferente do que já vi sem perder a essência do personagem. Gostei mesmo, enquanto estiver me divertindo continuarei vendo.

Desafio Fall Season, Parte 1

Finalmente chegamos na tão esperada alta temporada de séries (onde as antigas séries retornam com novas temporadas e as novatas fazem suas estreias), mais conhecida como Fall Season, e como uma boa viciada que eu sou resolvi que esse ano assistiria o piloto de todas as novas séries. Irei postar aqui no blog falando apenas das séries que não odiei completamente, porque sinceramente, não vejo motivo para disseminar o ódio. Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

The New Normal (Trailer aqui)

Uma comédia sobre o relacionamento de um casal gay com a moça que eles contratam para ser sua barriga de aluguel. É do Ryan Murphy, mesmo criador de Glee (não gosto, mas todos amam). Já foram exibidos 3 episódios, mas admito que me apaixonei pela série logo no piloto. Tem um nível de fofura imenso e trata de assuntos tão polêmicos e complexos sem deixar de ser engraçada. Não é o tipo de série que você chora de rir assistindo, pois tem boas doses de drama no meio. É uma espécie de dramédia, porém é tão doce e sincera que com certeza vale a pena assistir. Personagens cativantes, plot polêmico e piadas politicamente incorretas. Preciso dizer mais alguma coisa?

 Ben and Kate (Trailer aqui)

Uma comédia sobre uma mãe solteira e seu irmão um tanto excêntrico, que após passar anos longe resolve voltar para ajudar na criação de sua sobrinha. O mesmo caso de The New Normal: level 1.000 de fofura. Desculpa, mas não resisto a séries fofas. Só teve um episódio exibido, que rendeu algumas risadas e muitos momentos de vergonha alheia. Típica série “passatempo”.

Revolution (Trailer aqui)

Já que estamos falando de comédia, por que não falar de Revolution? Er, deixando a minha piada ruim de lado, Revolution se passa 15 anos após um blackout misterioso que fez com que todos os equipamentos eletrônicos e todas as formas de energia do mundo parassem de funcionar de uma hora para outra. A história é focada em um grupo de pessoas que lutam pela sua sobrevivência nesse novo mundo. Ao assistir o piloto eu fui percebendo defeitos que me deixaram um pouco irritada, admito. Uma protagonista tão carismática quanta a Bella Swan, um cenário mal feito e completamente irreal e pra melhorar não me senti nem um pouco conectada a nenhum personagem em especial. Porém dou meu voto de confiança pela história principal que é interessante e pode tomar rumos incríveis se for bem desenvolvida e é claro, porque no geral não gosto de desistir fácil das coisas. Assistirei provavelmente mais uns 3 episódios antes de decidir se continuarei pelo resto da temporada ou não. Recomendo, mas não assistam com expectativas tão altas assim.

Primeiro post de vários do Desafio. Prometo que tentarei postar sobre o assunto o mais esporadicamente possível pra não se tornar algo cansativo e repetitivo. E obrigada se você conseguiu chegar até o fim desse post imenso =)

Apenas mais um post filler

Eu não ando lá muito inspirada para escrever, só que ao mesmo tempo não quero deixar o blog sem atualização. Eu me conheço muito bem e sei que se for ficar esperando a “inspiração chegar” vou acabar desencanando do blog, como já fiz tantas outras vezes. Somando isso as notas “ruins” (ou seja, não chegaram a ser abaixo da média, mas também não foram ótimas) que eu ando tirando nas aulas de Redação, eu tenho fugido um pouco da escrita.

O meu feriado está sendo até agora bem tranquilo e ultimamente nem tenho tanto o que reclamar da vida. Lógico que eu sempre acabo encontrando algo do que reclamar, sempre procuro por defeitos na minha vida. É uma mania extremamente irritante que eu tenho, às vezes parece que eu gosto de ser infeliz. Mas estou restringindo as minhas reclamações, algumas vezes bem bobas e infantis, ao meu diário de papel.

Eu chego até a pensar que essa falta de vontade de escrever e postar seja um problema que está afligindo toda a blogosfera, já que a maioria dos blogs pessoais que eu visito estão a muito tempo sem atualização. Eu realmente espero que isso passe logo, pois sinto falta de postar para valer e também sinto falta de ler posts novos dos blogs que eu tanto adoro. Torçam para que esse seja o último post durante um bom tempo em que eu praticamente posto para dizer que não quero postar.

Antes de finalizar essa tortura, preciso falar da série que aproveitei para assistir durante o feriado, a sci-fi Continuum. Eu comecei a assistir logo que estreou, nos meados da summer season. Acabei me distraindo com outras coisas e parei no episódio 3, porém baixei toda a temporada e deixei ela quietinha aqui no notebook para quando eu resolvesse assistir.

Eu não vou me alongar descrevendo a série por motivos de falta de vontade (sim, cheguei ao fundo do poço), mas se você quiser saber mais a respeito da série é só clicar aqui. É uma temporada curtinha com apenas 10 episódios e eu já estou no episódio 7. Se você curte séries de ficção científica, garanto que Continuum é uma ótima opção. Muito boa mesmo, podem confiar.

 Um milhão de desculpas pelo post super preguiçoso. E parabéns se você conseguiu chegar até o fim. Você merece um A+.

Sobre as horas iguais e o fim do mundo

“Eu vejo horas iguais”, dito em uma voz bem no estilo “I see dead people.”  E não pensem que me refiro a horas iguais do tipo 17:17 (tem alguém pensando em você). É diferente e bem mais assustador. É como um chamado da morte.

Eu não sei se todo mundo sabe, mas eu estudo de manhã. Todas as manhãs, sempre antes de comer alguma coisa, eu olho que horas são para ver o quão atrasada eu estou. E toda vez é exatamente 6:17. Eu posso trocar de relógio, olhar o meu celular, o relógio da TV, o celular da minha mãe…Não importa, sempre aparece o temido horário: 6:17.

Acho que já faz um mês que esse horário tem me perseguido. Eu não entendia o que estava acontecendo, mas agora finalmente compreendo. É alguém de algum canto do universo onde existe uma tecnologia avançada tentando me enviar uma mensagem. Hoje de manhã, enquanto deveria estar prestando atenção na prova que estava fazendo, fiquei pensando no significado disso.

Finalmente cheguei ao fundo dessa história: essa é a hora em que o mundo vai acabar. Eu não sei o dia exato, mas sei que isso pode acontecer a qualquer dia a partir de hoje, sempre às 6:17. Por isso, tomem cuidado e se preparem, porque o fim está próximo.

Eu já comecei a pensar no meu plano de sobrevivência e decidi que todos os dias exatamente às 6:17, vou chamar pelo Doctor. Se tem alguém que pode nos salvar da destruição, esse alguém é o Doctor. Afinal, ele já fez isso outras vezes. Ele está acostumado a salvar os tão frágeis humanos da morte e sofrimento. Eu sei que em um desses dias em que estiver chamando por ele, vou ouvir o som mais incrível do universo. E é assim que vou saber que o fim do mundo chegou e que eu estava certa a respeito do 6:17.

É claro que pensei em outras possibilidades em relação ao 6:17. Pode ser um outro sinal. Pode ser que o universo esteja me assustando de propósito com as horas iguais para ver se assim acordo mais cedo e paro de chegar atrasada na escola todos os dias.

Apesar de tudo, eu ainda prefiro acreditar que o fim do mundo está próximo. E assim, continuar dormindo 15 minutos a mais do que deveria.

Sétima temporada de Doctor Who começa nesse sábado, dia 25.  Desculpa gente, não pude resistir rs. Acabei de ver que na verdade só volta sábado que vem. Chorando lágrimas de sangue por mais uma semana sem episódio novo.


Mariella

"But Mariella just smiled as she skipped down the road because she knew all the secrets in her world."

@mariellapops

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