Archive for September, 2012

Love kills

“Odeio quando tenho que fazer isso. Às vezes queria não ser a droga de um demônio.” Ela repetia essa frase mentalmente enquanto andava o mais rápido possível pelas ruas escuras daquela cidade desconhecida. Ela estava pronta para atacar, com a sua melhor roupa de batalha. E o mais importante, estava faminta. Enquanto andava podia sentir aquela desconfortável pressão na boca do estômago, aquele vazio que necessitava ser preenchido. Parou e lambeu os lábios. Pensou em quando tinha sido sua última refeição. Não conseguiu se lembrar.

Virou uma esquina e achou o que tanto procurava: uma festa de humanos barulhentos e jovens. Tão jovens, tão cheios de energia. Cheios da essência que ela precisava para se manter viva. Falando dessa maneira alguém poderia pensar que ela é uma vampira. Mas ela é algo diferente, bem mais forte e perigosa do que qualquer vampiro que esses patéticos humanos idolatram.

Quanto mais ela se aproximava da entrada, mais excitada ia ficando. Seus olhos brilharam e foram do castanho-escuro ao azul quase violeta; envolvente e sobrenatural. Seus cabelos pareciam mais pretos do que nunca e sua pele começou a brilhar. Ela estava mais linda do que nunca. Irresistível. Uma verdadeira predadora. Ela lambeu os lábios mais uma vez. Inspirou e aguçou os seus sentidos para então finalmente entrar na festa. Estava iniciada a caçada.

Texto totalmente aleatório escrito durante a aula de Física. Imaginem o nível do meu tédio.

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Desafio Fall Season, Parte 1

Finalmente chegamos na tão esperada alta temporada de séries (onde as antigas séries retornam com novas temporadas e as novatas fazem suas estreias), mais conhecida como Fall Season, e como uma boa viciada que eu sou resolvi que esse ano assistiria o piloto de todas as novas séries. Irei postar aqui no blog falando apenas das séries que não odiei completamente, porque sinceramente, não vejo motivo para disseminar o ódio. Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

The New Normal (Trailer aqui)

Uma comédia sobre o relacionamento de um casal gay com a moça que eles contratam para ser sua barriga de aluguel. É do Ryan Murphy, mesmo criador de Glee (não gosto, mas todos amam). Já foram exibidos 3 episódios, mas admito que me apaixonei pela série logo no piloto. Tem um nível de fofura imenso e trata de assuntos tão polêmicos e complexos sem deixar de ser engraçada. Não é o tipo de série que você chora de rir assistindo, pois tem boas doses de drama no meio. É uma espécie de dramédia, porém é tão doce e sincera que com certeza vale a pena assistir. Personagens cativantes, plot polêmico e piadas politicamente incorretas. Preciso dizer mais alguma coisa?

 Ben and Kate (Trailer aqui)

Uma comédia sobre uma mãe solteira e seu irmão um tanto excêntrico, que após passar anos longe resolve voltar para ajudar na criação de sua sobrinha. O mesmo caso de The New Normal: level 1.000 de fofura. Desculpa, mas não resisto a séries fofas. Só teve um episódio exibido, que rendeu algumas risadas e muitos momentos de vergonha alheia. Típica série “passatempo”.

Revolution (Trailer aqui)

Já que estamos falando de comédia, por que não falar de Revolution? Er, deixando a minha piada ruim de lado, Revolution se passa 15 anos após um blackout misterioso que fez com que todos os equipamentos eletrônicos e todas as formas de energia do mundo parassem de funcionar de uma hora para outra. A história é focada em um grupo de pessoas que lutam pela sua sobrevivência nesse novo mundo. Ao assistir o piloto eu fui percebendo defeitos que me deixaram um pouco irritada, admito. Uma protagonista tão carismática quanta a Bella Swan, um cenário mal feito e completamente irreal e pra melhorar não me senti nem um pouco conectada a nenhum personagem em especial. Porém dou meu voto de confiança pela história principal que é interessante e pode tomar rumos incríveis se for bem desenvolvida e é claro, porque no geral não gosto de desistir fácil das coisas. Assistirei provavelmente mais uns 3 episódios antes de decidir se continuarei pelo resto da temporada ou não. Recomendo, mas não assistam com expectativas tão altas assim.

Primeiro post de vários do Desafio. Prometo que tentarei postar sobre o assunto o mais esporadicamente possível pra não se tornar algo cansativo e repetitivo. E obrigada se você conseguiu chegar até o fim desse post imenso =)

I’m a wonderlust queen

Era uma vez uma garota que saiu de sua cidade natal carregando o sonho de conhecer o mundo. Por onde começar? Tudo era novo, e ela estava sedenta por toda aquela cultura e toda aquela história que poderia conhecer. Ela queria conhecer todos os oceanos e todas as florestas e todos os desertos. Não queria perder um pedacinho sequer.

Ela viajava procurando por algo que nem mesmo ela sabia o que era. Procurava por amor, procurava por histórias, procurava pelo passado e não se importava com o futuro. A garota nunca encontrava o que tanto procurava, mas isso só fazia com que ela se empenhasse cada vez mais na busca.

Ela passou por todos os continentes, visitando tantos países quanto pudesse. E assim ela seguia, procurando sem encontrar, viajando como podia e finalmente conhecendo o mundo que costumava ser tão distante e agora era todo dela. Ela podia ir pra onde quisesse. Cidades grandes, cidades pequenas e cidades que nem poderiam ser chamadas de cidades.

Ela simplesmente seguia em frente, esquecendo de tudo que deixou pra trás lá na sua cidade natal. Se esquecendo dos problemas, das mágoas antigas e das pessoas que a faziam sofrer. Ela estava livre. A verdadeira liberdade que passou anos ouvindo a respeito. Essa liberdade era boa.

Mesmo assim ela criara duas regras para que sempre continuasse livre: nunca ficar muito tempo no mesmo lugar e se ela percebesse que estava se apegando a alguém emocionalmente, partir o mais rápido possível. Sem vínculos, sem despedidas melosas, sem sentir aquela droga de saudade.

Ela não tinha nada e ao mesmo tempo tinha tudo. E aquela sensação era a melhor coisa que ela já havia experimentado, por isso ela continuava com sua viagem sem destino, indo para onde o acaso a levasse procurando por aquilo que faltava dentro dela. Mesmo assim, a garota era extremamente feliz levando a vida dessa maneira. Era um tipo de felicidade que muitas pessoas morreriam sem nunca ter experimentado. Era algo único e agora fazia parte dela.

Apenas mais um post filler

Eu não ando lá muito inspirada para escrever, só que ao mesmo tempo não quero deixar o blog sem atualização. Eu me conheço muito bem e sei que se for ficar esperando a “inspiração chegar” vou acabar desencanando do blog, como já fiz tantas outras vezes. Somando isso as notas “ruins” (ou seja, não chegaram a ser abaixo da média, mas também não foram ótimas) que eu ando tirando nas aulas de Redação, eu tenho fugido um pouco da escrita.

O meu feriado está sendo até agora bem tranquilo e ultimamente nem tenho tanto o que reclamar da vida. Lógico que eu sempre acabo encontrando algo do que reclamar, sempre procuro por defeitos na minha vida. É uma mania extremamente irritante que eu tenho, às vezes parece que eu gosto de ser infeliz. Mas estou restringindo as minhas reclamações, algumas vezes bem bobas e infantis, ao meu diário de papel.

Eu chego até a pensar que essa falta de vontade de escrever e postar seja um problema que está afligindo toda a blogosfera, já que a maioria dos blogs pessoais que eu visito estão a muito tempo sem atualização. Eu realmente espero que isso passe logo, pois sinto falta de postar para valer e também sinto falta de ler posts novos dos blogs que eu tanto adoro. Torçam para que esse seja o último post durante um bom tempo em que eu praticamente posto para dizer que não quero postar.

Antes de finalizar essa tortura, preciso falar da série que aproveitei para assistir durante o feriado, a sci-fi Continuum. Eu comecei a assistir logo que estreou, nos meados da summer season. Acabei me distraindo com outras coisas e parei no episódio 3, porém baixei toda a temporada e deixei ela quietinha aqui no notebook para quando eu resolvesse assistir.

Eu não vou me alongar descrevendo a série por motivos de falta de vontade (sim, cheguei ao fundo do poço), mas se você quiser saber mais a respeito da série é só clicar aqui. É uma temporada curtinha com apenas 10 episódios e eu já estou no episódio 7. Se você curte séries de ficção científica, garanto que Continuum é uma ótima opção. Muito boa mesmo, podem confiar.

 Um milhão de desculpas pelo post super preguiçoso. E parabéns se você conseguiu chegar até o fim. Você merece um A+.


Mariella

"But Mariella just smiled as she skipped down the road because she knew all the secrets in her world."

@mariellapops

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