Archive for the 'Bobagens e etc' Category

Pra não dizer que não falei das flores

Mais um post escrito em uma tarde chuvosa, com a diferença que esse passa longe do clima melancólico do post anterior. Acho que está mais perto de um pedido de desculpas. Eu não sei se com a extrema escassez de posts ainda tenho leitores fiéis (se é que algum dia tive algum), mas se vocês ainda existem peço as mais sinceras desculpas. Eu não sei explicar o que está acontecendo. Tenho tempo sobrando, até tenho vontade de postar e todo santo dia abro a página do WordPress na esperança de receber um sopro de inspiração divina e conseguir desenvolver alguma coisa – qualquer coisa-.

Talvez isso seja mais um bloqueio criativo, já que a semanas não consigo escrever uma história sequer, não importa quão chata esteja a aula (eu e minha mania de escrever durante a aula). Então esse será um post, vulgo tentativa de quebrar esse bloqueio criativo. E também para tirar o peso da consciência de pessoa desnaturada que abandonou o blog.

Assim que minha criatividade permitir volto aqui com um post de verdade que não irá entediar vocês até a morte. Porque isso aqui está mais “pra não dizer que eu não postei”.

ps: Fiz uma conta no Banco de Séries, que pra quem não conhece é um site estilo Orangotag onde você marca as séries que você assiste, dá nota pra episódios e etc. É super bom pra manter as séries em dia. Meu nome de usuário lá é mariellapops, pra quem quiser me adicionar.

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Apenas mais um post filler

Eu não ando lá muito inspirada para escrever, só que ao mesmo tempo não quero deixar o blog sem atualização. Eu me conheço muito bem e sei que se for ficar esperando a “inspiração chegar” vou acabar desencanando do blog, como já fiz tantas outras vezes. Somando isso as notas “ruins” (ou seja, não chegaram a ser abaixo da média, mas também não foram ótimas) que eu ando tirando nas aulas de Redação, eu tenho fugido um pouco da escrita.

O meu feriado está sendo até agora bem tranquilo e ultimamente nem tenho tanto o que reclamar da vida. Lógico que eu sempre acabo encontrando algo do que reclamar, sempre procuro por defeitos na minha vida. É uma mania extremamente irritante que eu tenho, às vezes parece que eu gosto de ser infeliz. Mas estou restringindo as minhas reclamações, algumas vezes bem bobas e infantis, ao meu diário de papel.

Eu chego até a pensar que essa falta de vontade de escrever e postar seja um problema que está afligindo toda a blogosfera, já que a maioria dos blogs pessoais que eu visito estão a muito tempo sem atualização. Eu realmente espero que isso passe logo, pois sinto falta de postar para valer e também sinto falta de ler posts novos dos blogs que eu tanto adoro. Torçam para que esse seja o último post durante um bom tempo em que eu praticamente posto para dizer que não quero postar.

Antes de finalizar essa tortura, preciso falar da série que aproveitei para assistir durante o feriado, a sci-fi Continuum. Eu comecei a assistir logo que estreou, nos meados da summer season. Acabei me distraindo com outras coisas e parei no episódio 3, porém baixei toda a temporada e deixei ela quietinha aqui no notebook para quando eu resolvesse assistir.

Eu não vou me alongar descrevendo a série por motivos de falta de vontade (sim, cheguei ao fundo do poço), mas se você quiser saber mais a respeito da série é só clicar aqui. É uma temporada curtinha com apenas 10 episódios e eu já estou no episódio 7. Se você curte séries de ficção científica, garanto que Continuum é uma ótima opção. Muito boa mesmo, podem confiar.

 Um milhão de desculpas pelo post super preguiçoso. E parabéns se você conseguiu chegar até o fim. Você merece um A+.

Sobre a falta de assunto

Depois do último post, dei uma sumida básica e necessária aqui do blog. Algumas coisas aconteceram e sinceramente, não quero nem pensar a respeito e muito menos escrever. Então esse vai ser um daqueles posts de assuntos aleatórios e sem sentido. Talvez não seja tão diferente assim do resto dos meus posts, mas enfim.

Tirando a coisa desagradável que prefiro não comentar, não tem acontecido nada de muito interessante. Tudo na mesma, só que nesse caso é na mesma de um jeito bom. Eu estou me sentindo bem, então está tudo certo.

Uma coisa boa que eu gostaria de comentar é uma mudança que tem acontecido comigo gradativamente e só hoje minha mãe resolveu comentar a respeito. Ela disse que estou ficando mais carinhosa. É estranho, mas nunca gostei muito das pessoas me tocando. Cheguei a passar meses sem abraçar a minha própria mãe. Era uma frieza desnecessária e chegou a um ponto que a minha família passou a ficar com medo de me tocar pra fazer um carinho ou sei lá, um beijo de boa noite, porque ninguém nunca sabia qual seria a minha reação.

A única data onde eu permitia contato físico era o Natal e fora isso, nem em aniversários eu deixava que me abraçassem. Minha mãe diz que ficou feliz que eu parei com a besteira do não-me-toque. Ela diz que sente como se a menininha dela que adorava abraços e colos estivesse voltando. Se ela está feliz, então também fico feliz. No fundo acho que todo o negócio do não-me-toque era uma fase negra, longa e meio retardada da minha adolescência.

Agora eu deixo vocês com a minha música preferida de todos os tempos e que, pra quem não sabe, serviu de inspiração para o nome do blog.

Sobre sonhos estranhos

Eu não sei se isso é normal e acontece com todo mundo, mas eu tenho sonhos praticamente todas as noites. Às vezes eu acordo e não consigo lembrar mais com o que sonhei, e tem vezes que acordo e lembro exatamente de tudo que aconteceu no sonho. E nessas horas  eu fico pensando: “Por que raios estou sonhando com isso?”

Os sonhos mais recentes são:

– Sonhei que eu era uma meio-sangue filha de Hades e estava tentando destruir o Olimpo. (?) Culpa de Percy Jackson.
– Sonhei que era Fada Morgana e que joguei Guinevere de um penhasco para poder me casar com Rei Arthur.
– Sonhei que saia caçando e matando todas as pessoas que me irritam. Eu tenho pensamentos psicopatas, tomem cuidado.
– Sonhei que todo o petróleo do mundo era meu.
– Sonhei que era casada e tinha um casal de gêmeos de olhos violetas. Só que daí meu marido me abandonou. (????)
– Sonhei que namorava 3 caras ao mesmo tempo. Ok, sem comentários.
– Sonhei que era uma companion do Doctor em Doctor Who. E depois eu era o próprio Doctor.
– Sonhei que estava sonhando. Então era como se eu estivesse acordada dentro do meu próprio sonho. Na verdade, esse foi até que bem legal.

E por último, provavelmente o sonho mais vergonho e estranho que eu já tive:

– Sonhei com Cinquenta Tons de Cinza. Para ser mais exata, sonhei que era eu Anastasia e estava em um “encontro” com Christian Grey. Tá, acho que estou corando agora. E parte mais estranha é que eu nem cheguei a ler esse livro inteiro (apesar de ter curiosidade, não vou negar).

Todos os créditos desse post ao meu diário que está se transformando em um “caderno de sonhos”. Agora sempre que tenho um sonho esquisito, a primeira coisa que faço depois de acordar é correr e anotar tudo antes que esqueça. Um novo hobby esquisito para adicionar a minha lista.

Sobre o presente de grego


Um ano atrás decidi que iria parar com chapinha/secador/alisamento e deixar meu cabelo ao natural. Depois de anos estragando o cabelo legal que eu tinha (costumava ser algo entre Alicia Keys e Leona Lewis) com muita química, meu cabelo não queria voltar a cachear. Vendo o meu quase desespero, minha tia preferida resolveu comprar um babyliss e me dar de presente, assim super do nada. Fofura level 1.000.

Moram umas garotas no fim da minha rua -que são vizinhas dessa minha tia- que me odeiam porque eu sempre estudei em escola particular e acham que eu sou metida e blá blá blá. Em um dia qualquer das férias, eis que uma delas aparece na porta da minha casa querendo emprestar o meu babyliss. Ela disse que ia a um casamento e perguntou pra essa minha tia se ela tinha um babyliss para fazer um penteado, e minha tia em um gesto de bondade (só que não) mandou ela subir a rua e pedir o meu emprestado porque “sou muito boazinha e não me importaria”.

Meu primeiro instinto foi fechar o portão na cara dela, mas então surge minha tia dizendo que ela tinha pago pelo babyliss e e que eu deveria emprestar. Eu entreguei o babyliss pra garota e disse que ela poderia devolver pra minha tia, porque eu não queria mais. Na hora eu fiquei morrendo de raiva dessa situação, mas depois acabei esquecendo e deixando pra lá.

Eu já tinha apagado tudo isso da minha cabeça, até que hoje minha tia veio fazer uma visita e entrou no meu quarto pra ver como a “sobrinha preferida” dela estava. Por um segundo esperei que ela fosse me pedir desculpas pela situação constrangedora, porém tudo que ouvi foi: “Ah, Marina já que você não queria mais o babyliss disse pra Fulana que emprestou que ela poderia ficar com ele.”

E ouvir aquilo realmente me magoou. Acho que foi pior do que ela ter me mandado emprestar o babyliss pra uma garota que me odeia e não perde a oportunidade de fazer piadinhas a meu respeito. A minha tia sabe muito bem de todas as coisas horríveis que essas garotas já fizeram pra mim.

Pelo menos agora eu entendo o porquê dela ser a pessoa mais odiada da nossa família. Eu entendo também porque minha mãe achava tão estranha todo esse amor que eu tinha por ela. A pior parte é: então por que raios ela foi fazer isso com a única pessoa da família inteira que realmente gostava dela? Eu só sei que ela não é mais minha tia preferida, nem de longe. Esse babyliss foi ou não foi um presente de grego?

Aventuras no transporte público

Antes de mudar de escola, eu nunca tinha dependido do transporte público. Eu sempre fui para escola de perua escolar, com todo o conforto, segurança etc. O problema é que minha mãe não conseguiu achar nenhuma perua escolar e não tinha ninguém para me levar. Como a escola fica no centro da cidade, ou seja, é relativamente fácil de chegar de ônibus, eu pensei: “Por que não?”

Lá fui eu fazer meu passe escolar e me transformar na mais nova usuária do transporte público. A primeira semana foi traumatizante: eu não estava acostumada a andar de ônibus, não sabia segurar naqueles “ferrinhos” e fazia cara de pânico achando que toda e qualquer pessoa estava ali pra me assaltar. Com o passar do primeiro mês fui me acostumando, já não me assustava tanto com o ônibus lotado e fui ficando mais esperta com tudo.

Durante esses seis meses de aula, admito que passei a achar meio que divertido andar de ônibus: ouvia as conversas mais absurdas, gente cantando, gente falando sozinha, gente brigando com o motorista, aquele famoso “Eu podia estar matando, eu podia estar roubando…”, gente tentando converter qualquer um que sentasse do lado dela, gente discutindo qual é o melhor presídio da região…enfim, eu ouvi de tudo um pouco.

Lógico que não seria eu se essas situações não envolvessem alguns micos: sofri inúmeras (quase) quedas, consegui a proeza de prender o meu casaco na catraca (mais de uma vez) e nos primeiros dias sempre dava sinal no lugar errado.

Agora eu não acho que utilizar o transporte público seja tão horrível como eu pensava antes. Tem os momentos ruins, pessoas grossas, o cheiro (ah, que eu não comece a falar daquele cheiro!), mas se você depende disso para se locomover faça como eu e encare todo dia como: “Uma nova aventura.” Deixa tudo bem mais leve. Prometo.

 


Mariella

"But Mariella just smiled as she skipped down the road because she knew all the secrets in her world."

@mariellapops

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